Manifesto sobre relacionamentos modernos

couple

Quero um amor sem competições. Onde não haja medo de “ser o mais interessado” da relação, e não exista joguinhos como levar horas para responder uma mensagem intencionalmente.

Quero um amor com contato físico. Olho no olho, pele tangendo, vozes misturadas em uníssono. No mínimo, quero um amor com milhares de ligações telefônicas em um dia, que não limite-se a declarações por mensagem de texto.

Quero um amor onde haja planos marcados com antecedência. Encontros milimetricamente planejados, apenas pelo prazer de passar a semana toda imaginando a reação do outro, projetando o que dizer, como agir e como parecer agradável.

Quero um amor sem intervenção de mídias sociais. Onde eu não me preocupe em mostrar que tenho um relacionamento bom e íntimo o bastante para as outras pessoas. Onde eu não precise me importar se a selfie do último encontro está apresentável o suficiente para ser postada, ou com os adoráveis comentários que nossos conhecidos farão online.

Quero um amor em que o indivíduo se mostre para mim sem filtros. Sem medo de parecer inteligente demais, nervoso demais, ansioso demais. Gostaria de me apaixonar pela essência, e não pelo que uma pessoa quer que eu ache dela.

Quero um amor espontâneo, sem promessas de eternidade ou medo excessivo do fim. Qualquer relacionamento pode acabar de uma hora para outra ou durar para sempre. Ambos os conceitos são igualmente assustadores… Então, para quê criar expectativas?


Atenciosamente, Sarah Santos

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